15 de jan de 2018

NOTA
DOLORES O'RIORDAN (1971-2018)







Uma pena que você tenha se calado tão cedo! Descanse em Paz Dolores! A música perde muito com sua partida...


Papo de Esquina

11 de jan de 2018

R.I.P. "FAST" EDDIE CLARKE



 



Faleceu Eddie Clarke (1950-2018). No andar de cima, o Motörhead agora está completo! Que lá os shows continuem memoráveis...


Papo de Esquina

4 de dez de 2017

IMAGEM EM DESTAQUE








Esta foto registra o encontro de duas lendas: The Who e Jimi Hendrix. O encontro aconteceu em 29/01/1967, há 50 anos, no Savelli Theatre, em Londres, Inglaterra.




Marcelo Silva

“ARTWORK DE PRIMEIRA”


PINK FLOYD – ANIMALS (1977)










Aqueles que acompanham a carreira do grupo Pink Floyd, conhecem a importância que o porco inflável imortalizado na capa do disco “Animals”, lançado em 1977, tem. Batizado de “Algie”, ele foi criado pela companhia Air Artists, da cidade de Halesworth, litoral leste da Inglaterra e no dia 02/12/1976, durante a sessão fotográfica para a capa do disco, atrapalhou o tráfego aéreo do maior aeroporto de Londres ao se soltar das amarras que o seguravam sobre a usina Battersea Power Station, causando a suspensão dos voos por risco de uma colisão com as aeronaves. O gigantesco suíno somente foi pousar na cidade vizinha de Kent. Muitos disseram que tudo não passou de uma jogada de marketing da banda, porém, sendo proposital ou não, o fato esteve presente em diversos jornais no dia seguinte. A empresa responsável pela concepção da capa foi a lendária Hipgnosis e devido ao incidente, seu diretor, Aubrey Powell, chegou a ser preso. No final de tudo, a ideia para a capa de “Animals” acabou mesmo sendo usada, ou seja, “Algie” pairava sobre a usina, contudo, sua concepção final não passou de uma montagem. No ano de 2015, ele foi a leilão. 









Marcelo Silva

23 de nov de 2017

UM POUCO MAIS DE MÚSICA

30 ANOS DE "APPETITE FOR DESTRUCTION"







Em julho deste ano, o disco “Appetite for Destruction” do Guns N’ Roses completou 30 anos de lançamento. Não sou crítico musical (e não teria a menor vocação para essa profissão), mas reconheço que testemunhei o surgimento de um dos discos mais impactantes da história da música! Com um repertório devastador, o álbum literalmente sacudiu o mundo do rock na segunda metade dos longínquos anos 80 e contribuiu para transformar, naquele período, o Guns N’ Roses na “maior banda” que caminhava sobre a terra. Como não se impressionar com um disco que traz em seu repertório faixas como “Mr. Brownstone”, “Nightrain”, “Outta Get Me”, “Paradise City”, “Welcome to the Jungle”, “It’s So Easy” e “Sweet Child O’ Mine”, entre outras? O terremoto Guns N’ Roses continuou a abalar o planeta por mais alguns anos, mas certamente não mais com a mesma intensidade  e o furor de “Appetite for Destruction”, uma legítima lenda!



Marcelo Silva

31 de out de 2017

MAIS UMA DOSE DE MÚSICA
OS 40 ANOS DE “NEVER MIND THE BOLLOCKS, HERE’S THE SEX PISTOLS” 









Os Sex Pistols não inventaram o punk rock, nem foram precursores do movimento, mas não há dúvida de que eles se tornaram um de seus maiores expoentes – o punk sem os Pistols não seria o mesmo! Este mês de outubro, mais precisamente o dia 28 p.p., marca os 40 anos de lançamento do único registro oficial em estúdio da banda, o álbum “Never Mind The Bollocks, Here´s The Sex Pistols”, que chegou ao público em 1977. Eles já vinham afrontando os costumes ingleses desde 1976, quando lançaram a faixa “God Save The Queen”, com duras críticas à rainha Elizabeth II. A postura agressiva da banda gerou movimentos igualmente contrários a eles tanto por parte de conservadores quanto por parte de gravadoras que, literalmente, fecharam as portas para o conjunto. Pouco antes do lançamento de “Never Mind...”, Sid Vicious entrou para o grupo no lugar do baixista Glen Matlock. Da mesma forma meteórica que invadiu o cenário musical, os Pistols desapareceram: em 1978, após uma turnê americana, o vocalista Johnny Rotten deixou o grupo e em 1979, Sid Vicious morreu de overdose. O fato de não existir outro álbum lançado, torna “Never Mind The Bollocks, Here´s The Sex Pistols” ainda mais cultuado pelos fãs, demonstrando claramente que os britânicos influenciaram não somente aquela geração, mas também as que vieram depois.  Ele está entre os 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame e figura na lista do livro “1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer”. Um clássico!




Marcelo Silva

26 de out de 2017

A ORIGEM DAS EXPRESSÕES (Parte III)





 




A língua portuguesa possui inúmeras expressões e todas elas bastante difundidas. Muitas permanecem imutáveis ao longo dos anos, desenvolvendo um forte papel cultural em nosso idioma. Suas origens geralmente são fundamentadas na cultura popular, mas também recebem influências mitológicas, religiosas e históricas, entre outras. Abaixo, algumas dessas expressões e suas origens:




PAGAR O PATO (sofrer as consequências, ser enganado)

 

Provém de um conto do século XV. Nele, um camponês vende um pato para uma mulher em troca de sexo. O rapaz, insaciável, quer mais, mas ela se nega e os dois passam a discutir. Nesse momento chega o marido e pergunta qual o motivo da discussão. Para escapar, o camponês afirma que a desavença é em função do dinheiro que falta para completar o pagamento da compra da ave. O tolo marido, preocupado com o jantar, literalmente paga o pato.




FAZER UMA VAQUINHA (arrecadar dinheiro)

 

Na década de 20, a torcida do Vasco da Gama pensou num novo jeito de incentivar seus jogadores: caso o time vencesse, os atletas ganhariam 10 mil réis ou “um coelho” – animal correspondente ao número no jogo do bicho – coletados entre os torcedores. No caso de uma vitória importante, o “prêmio” subiria para 25 mil réis ou “uma vaca”.

   


TIRAR O CAVALO DA CHUVA (desistir de fazer algo)

 

No século XIX, se não houvesse a intenção de demorar, a visita deixava o cavalo, principal meio de transporte, desprotegido ao relento em frente à casa do anfitrião. Porém, se existisse a intenção da demora, o anfitrião convidava sua visita a “tirar o cavalo da chuva” e abrigá-lo num local adequado, o que denotava a desistência da ideia de ir-se embora com brevidade. Com o tempo passou-se a falar cavalinho, no diminutivo.




SEGURAR VELA (acompanhar sozinho um casal)

 


Na Idade Média, existiam empregados cuja função era segurar velas para que outros trabalhadores pudessem exercer seus ofícios em ambientes pouco iluminados. Sabe-se que tais empregados iluminavam os aposentos de seus patrões até mesmo na hora das intimidades sexuais do casal, caso assim os nobres desejassem, momento em que, supõe-se, permaneciam de costas para não testemunhar as conjunções carnais que ocorriam. Com o tempo, depois de 1600, serviu para designar a amante em um triângulo amoroso e mais recentemente, o(a) amigo(a) solteiro(a) que acompanha um casal.  




Marcelo Silva

18 de out de 2017

BAIXISTAS: os dez mais ricos do mundo



O mais rico da lista




A lista foi publicada na Ultimate-Guitar.com


10 - Geezer Butler (Black Sabbath): $ 70 mi (aproximadamente R$ 220 milhões)
09 - Bill Wyman (The Rolling Stones): $ 80 mi (aproximadamente R$ 250 milhões)
09 - John Paul Jones (Led Zeppelin): $ 80 mi (aproximadamente R$ 250 milhões)
07 - Flea (RHCP): $ 110 mi (aproximadamente R$ 348 milhões)
06 - John Deacon (Queen): $ 115 mi (aproximadamente R$ 360 milhões)
05 - Adam Clayton (U2): $ 150 mi (aproximadamente R$ 475 milhões)
04 - Roger Waters (Pink Floyd): $ 270 mi (aproximadamente R$ 850 milhões)
02 - Gene Simmons (Kiss): $ 300 mi (aproximadamente R$ 950 milhões)
02 - Sting (The Police): $ 300 mi (aproximadamente R$ 950 milhões)
01 - Paul MacCartney (The Beatles): $ 1.2 bi (aproximadamente R$ 3,8 bilhões)


Duas grandes surpresas, se é que podemos chamar assim, são a ausência de Steve Harris, do Iron Maiden, já que a banda é uma verdadeira indústria musical e o fato do discreto Sting estar empatado com Gene Simmons, outro gigante da indústria, em segundo lugar. Já Paul MacCartney, dificilmente será alcançado e lidera com folga essa "assustadora" lista dos mais ricos das quatro cordas.



e o mais "pobre"




Marcelo Silva