CARTUNS, CHARGES & AFINS
Publicado no UOL. Autor: Raphael Salimena.
Marcelo
24 de mai. de 2014
23 de mai. de 2014
MORRISSEY – 55 ANOS
Uma pequena homenagem a Morrissey, que ontem (22)
completou 55 anos de idade. Vida longa, Moz! No vídeo, Morrissey interpreta 'I Have Forgiven Jeseus', do álbum "You Are the Quarry" (2004).
Marcelo
22 de mai. de 2014
“ARTWORK DE PRIMEIRA”
YES – HEAVEN & EARTH (2014)
Em julho p.f., mais especificamente no dia 8, a banda Yes
lançará seu próximo trabalho, o primeiro com o novo vocalista Jon Davison,
intitulado “Heaven & Earth”. Quanto
ao disco, ainda não é possível ser feito nenhum comentário, já quanto à capa
sim. Mais uma vez a banda trabalha com Roger Dean, designer que desde os anos
60 produz ilustrações para artistas e bandas, entre elas Uriah Heep (Demons and
Wizards/The Magician’s Birthday) e Gentle Giant (Octopus). Seus traços são bem
característicos e lembram a arte utilizada em “Fragile” (1971) e em “Yessongs”(1973).
Mais uma bela imagem que mantém viva uma parceria de tantos anos e que remete de
forma imediata a mais um trabalho da banda.
Marcelo
19 de mai. de 2014
ENTRE UMA DOSE E OUTRA...UM POUCO DE FUTILIDADE
Nos últimos dias, vários programas esportivos
principalmente televisivos deram destaque ao afastamento da bandeirinha (ou
árbitra-assistente, como queiram) Fernanda Colombo, após erros consecutivos
durante jogos do Brasileirão. Apesar do grande e sujo negócio em que se
transformou, futebol é (ou foi) sinônimo de alegria e de diversão e afastar a
Colombo por conta de alguns “errinhos” me parece tirar um pouco dessa alegria,
ou não?
18 de mai. de 2014
15 de mai. de 2014
LANÇAMENTO COMENTADO
TITÃS – NHEENGATU (2014)
Depois do fraco “Sacos Plásticos” (2009), os Titãs se
deixam influenciar pelas suas próprias raízes e lançam “Nheengatu”, comprovando
que ainda são capazes de produzir algo relevante. O disco tem pouco mais de
trinta minutos, onde estão distribuídas 14 faixas, na sua grande maioria com
pouco mais de dois minutos. Os arranjos estão mais pesados e remetem a álbuns
como “Cabeça Dinossauro” (1986) e “Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas”
(1987). Os remanescentes da banda paulistana abordam temas polêmicos, como a
situação sócio-política do país, a truculência policial, violência doméstica
contra mulheres, o preconceito racial, homofobia e a passividade popular.
Obviamente, a ausência dos ex-integrantes é sentida, principalmente na ‘cozinha’
da banda, onde a bateria firme de Charles Gavin e o baixo particular de Nando
Reis fariam uma enorme diferença, apesar do som de “Nheengatu” ser razoavelmente
consistente. Nheengatu foi o nome dado pelos jesuítas do Brasil colonial à língua
que tentou unificar os idiomas indígenas ao português. A capa traz uma parte da
obra “A Torre de Babel”, do artista belga Pieter Bruegel, outro detalhe que
novamente remete aos anos 80. Destaque para as faixas ‘Mensageiro da Desgraça’,
‘República dos Bananas’, ‘Canalha’ (regravação de Walter Franco), ‘Pedofilia’, ‘Flores
pra Ela’, ‘Senhor’ e ‘Quem são os Animais’. Vale conferir!
Marcelo
ERRARAM NA CAPA
SWAMP DOGG – RAT ON! (1971)
A capa de “Rat On!” é considerada uma das piores de todos
os tempos, e com razão! O disco é o segundo trabalho de Swamp Dogg, cantor de
soul music e se esquecermos a capa, é fácil constatar que “Rat On!” é um bom
álbum, com arranjos característicos da época e um vocal bem interessante. Swamp
Dogg não conseguiu fazer parte do alto escalão da soul music, mas lançou mais
de dez álbuns e pode ser considerado como um músico acima da média. Uma curiosidade:
todos seus discos, sem exceção, trazem capas bizarras, tão ruins ou piores do
que “Rat On!” e, segundo consta, muito disso se deve ao bom humor do cantor.
Marcelo
9 de mai. de 2014
7 de mai. de 2014
DESENHOS REALISTAS
O ilustrador Matheus Rungue resolveu homenagear
personagens dos quadrinhos e da internet tornando-os mais “humanos”. Confira o
resultado de alguns deles abaixo:
1 de mai. de 2014
VALE LEMBRAR
AYRTON SENNA - 20 ANOS
Parece ser uma tendência a transformação de
personalidades falecidas em heróis. Tem como exemplo a recente passagem do
narrador Luciano do Valle, elevado hoje a um dos pilares do desporto nacional.
O mesmo se aplica à Ayrton Senna, falecido há exatos 20 anos em um acidente
gravíssimo ocorrido no circuito de Ímola, na Itália. Nos dias que sucederam sua
morte, Senna foi tratado como uma espécie de mártir, principalmente pela
imprensa televisiva e ainda mais por um determinado canal. Sou grande admirador
de Ayrton Senna, da forma como honrou o esporte que o consagrou, das alegrias
que nos proporcionou, de como expressava seu carinho pela nossa nação e das
ações sociais que se preocupou em desenvolver. Mas paro por aí, o homenageio
hoje somente pelos motivos expostos. Não vejo Senna como um herói e sim como o
melhor piloto que vi disputar grandes prêmios pela Fórmula 1. Senna esteve e
continua presente no panteão dos grandes esportistas, de pilotos excepcionais
do mais alto nível, como Juan Manoel Fangio, Jackie Stewart, Jack Brabham, Nick
Lauda, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Alain Prost e Michael Schumacher
também foram. A meu ver, as maiores diferenças entre Ayrton Senna e os pilotos
citados foram seu carisma e seu caráter dentro das pistas, esses sim
inigualáveis.
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