16 de mar. de 2012

FORA DE ORDEM
THE SMITHS – THE SMITHS







 


Coloco nesta seção o primeiro disco do grupo The Smiths que foi lançado no ano de 1984. Formado em 1982 na cidade cinzenta de Manchester, Inglaterra, por Steven Patrick Morrisey e Johnny Marr, se firmou com Andy Rourke, baixista  e Mike Joyce, baterista. Morrissey vocalista e Marr, guitarrista, sempre foram a base nas letras e arranjos, respectivamente e os Smiths tiveram carreira curta. Duraram apenas cinco anos, o suficiente para revolucionar o rock dos anos oitenta. Estou sendo breve, para não haver empolgação, já que sou fã dessa banda e muito fã de Morrissey, que antes de tudo é um poeta fora do normal. Como é comum aos gênios, não poderia ser diferente com essa dupla de geniosos e espetaculares artistas do cenário pop. O sucesso rápido, o alto assédio, as diferenças de postura, o ciúme, entre outros motivos, levaram essas duas pessoas que se completavam à separação. Sugiro que seja feita uma consulta mais ampla sobra a vida desse grupo e serão esclarecidos muitos fatos ocorridos em sua carreira. A minha missão aquí é indicar discos. Resolví não colocar um dos outros dois posteriores porque julgo ser covardia. No disco intitulado apenas The Smiths, nada e ninguém ainda era conhecido e o disco já nasceu recheado de belas canções e melodias singulares que logo se tornariam obrigatórias ao apreciador do que é novo e sincero no cenário musical. O que ficou de bom é que Morrissey seguiu em carreira solo e continua nos brindando com sua música de poesia visceral e singular e ficaram também como registro, o trabalho desse pessoal em quatro discos belíssimos. Curta este, e procure ouvir os outros. Quem ainda não é, pode se tornar mais um admirador de Morrissey e seus breves companheiros, quem já gosta, só vai endossar o que eu disse. Se achar interessante, comente
Zé Vicente
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FORA DE ORDEM


PINTANDO O SETE  -  LUIZ MELODIA

























Vou apresentar aqui, um disco de Luiz Carlos dos Santos, o Luiz Melodia, um negro magrelo nascido no Bairro do Estácio, no Rio de Janeiro, hoje com 61 anos de  idade, que desceu o morro de São Carlos pra mostrar todo o seu potencial no asfalto do mundo. O Melodia, apesar da forte influencia da  jovem guarda nos anos sessenta, não fixou seu trabalho em nenhum estilo determinado. Sua musica passa pelo rock, pelo blues, pelo samba, o chôro e mais um tanto de estilos musicais, sempre com muito critério em suas composições e arranjos. Ele poderia ser apenas mais um sambista carioca, mas transcendeu a essa tendência do artista negro nascido em um morro qualquer do Rio. O disco que escolhí para indicar nesta seção foi o Pintando o Sete, de 1991, que é o oitavo de sua carreira. É disco pra se ouvir inteiro. Pode até não ser o melhor, mas com certeza é um disco baseado em muito bom gosto. Belos arranjos e músicas revisitadas com sabedoria e respeito, peculiares a esse grande artista. Ele participou de festivais e isso até que alavancou sua carreira de certo modo, mas não é tão bajulado assim pela mídia em geral chegando a ser considerado por alguns como maldito. Mas se está na ativa até agora é porque tem o seu valor. Vale a pena dar uma geral em seu trabalho. Tem muita coisa boa. Por enquanto, fique com o Pintando Sete. Pegue o link, ouça e comente.

Zé Vicente

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14 de mar. de 2012

VALE CONFERIR


O parceiro e redator do blog "O Mundo Dentro da Minha Cabeça", Márcio Silva, foi um dos 10.000 privilegiados que no último dia 11 estiveram na apresentação do lendário cantor e compositor Morrissey em São Paulo. No seu blog, ele dá um depoimento muito particular daquilo que foi uma noite mais do que especial para aqueles que acompanham a carreira do músico inglês. Confiram! E compartilhem esse momento no link http://marcios77.blogspot.com/ 






Marcelo

13 de mar. de 2012

II FESTIVAL DE ÁGUAS CLARAS


Eu estava com dezenove anos de idade e trabalhava no extinto Banco do Commércio e Indústria de São Paulo quando ouvi falar pela primeira vez a respeito de um festival de rock que se realizaria numa fazenda no município de Iacanga, cidade próxima a Bauru no estado de São Paulo. Era o ano de 1975 e esse festival de fato aconteceu nesse ano e foram convidadas bandas de rock e apenas dois ou três cantores. Os grupos estavam quase todos no auge de suas carreiras e entre os mais famosos até hoje estavam Mutantes, Som Nosso de Cada Dia e O Terço e os cantores Jorge Mautner e Walter Franco. O nome dado foi Festival de Iacanga e eu por falta de estrutura, grana e tempo, tive que me conformar. Apesar da grande vontade, não pude ir a esse grande festival. Foi uma espécie de Woodstock no Brasil, onde tudo rolou num clima de paz e amor, foi consumida muita droga e feitos muitos filhos entre uma banda e outra no palco e que pela pouca divulgação esse festival ficou quase só na memória de quem lá esteve.
























Tinha que fazer essa introdução pra falar de fato do maior e melhor festival já acontecido em nosso país só com músicos do Brasil. Estou falando do II Festival de Águas Claras. Ficou conhecido como II Festival porque o atrelaram ao de 1975, antes chamado apenas Festival de Iacanga. Como aconteceram quatro festivais na mesma fazenda, achou-se melhor chamar a todos de Festival de Águas Claras. Soa mais bonito. E dos quatro, o segundo foi, sem dúvida, o melhor e mais bem organizado. Estive no segundo e no terceiro. No segundo, tudo era novo pra mim e para a grande maioria de jovens que lá estiveram nos dias 4, 5 e 6 de setembro de 1981.
Vou procurar não ser muito técnico e detalhista pois acho até que nem interessa muito. Fomos em quatro amigos de carro, um Corcel em muito bom estado pertencente a um grande amigo chamado Zé Durval. Saímos de madrugada de São Miguel, e, numa viagem tranqüila, chegamos antes da hora do almoço naquela fazenda que já parecia uma grande colcha de retalhos coloridos quando vista de longe. Eram milhares de barracas de todos os tipos, tamanhos e cores e centenas automóveis. E muita gente circulando pelo pasto ralo e seco daquela fazenda. A gente não tinha nem idéia do que estava por vir.















No caminho entre Bauru e a fazenda, esse era o visual que nos acompanhou durante todo o percurso. Caroneiros com suas mochilas, aos montes. Não havia transporte regular para a zona rural de Iacanga naquele tempo. Muitos desse caras não tinha nem ingresso e fizeram peripécias para burlar a segurança e entrar na fazenda através da cerca depois de muita caminhada pelo meio do mato.















 Ao chegar à fazenda, a primeira visão que tivemos foi esta. Barracas e automóveis amontoados socialmente. Algo nunca antes visto. Foi uma grande emoção.

Escolhemos um lugar no alto de uma pequena colina para armar nossa barraca e quando nos preparávamos para dar o primeiro rolê para reconhecimento do local, gritos desesperados ecoaram pela colina e uma língua de fogo lambia rapidamente a grama seca em nossa direção. Tivemos que voltar correndo para desarmar a barraca e tirar o carro do caminho do fogo, enquanto dezenas de pessoas tentavam apagar o incêndio com o que se tinha à mão naquele momento. Lençóis, jaquetas e calças jeans. Água só nas represas e nas bicas muito distantes de onde estávamos. Resolvemos, então procurar um lugar melhor, se é que havia, e encontramos um pedaço legal a uns cinqüenta metros do palco que ficava numa espécie de vale, proporcionando uma visão privilegiada para todos os espectadores.


















A vestimenta principal do jovem dos anos setenta e oitenta era o jeans e camisetas de preferência brancas ou de cor clara. No local dos shows, ir de bermuda era convite aos pernilongos de plantão. Daí se explica os corpos cobertos de roupa mesmo no calor.
















 Mas nas represas a coisa era diferente. Na hora do banho a nudez era totalmente liberada. Era uma multidão de corpos nus misturados a animais, dividindo a água fresca das represas e bicas espalhadas pelos cantos da fazenda, pouco além do mar de barracas.




Neste festival, todas as atrações valiam a pena. Era preciso muita energia para assistir ao maior número de shows que fosse possível. Aí já não era um festival só de rock. Foi uma mistura incrível de grandes nomes da música brasileira, todos atravessando o melhor momento de suas carreiras e com uma vontade louca de tocar porque, afinal, aquilo também era uma coisa totalmente nova para todos eles. Teve música de todo tipo. Do rock ao baião, passando pelo jazz e progressivo. Os shows foram memoráveis.

















Por este palco simples, sem cenários cinematográficos e sem fundo, passaram nos três dias, simplesmente: Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Alceu Valença, Egberto Gismonti, A Cor do Som, Moraes Moreira, Bendegó, Hermeto Paschoal, Papete, Almir Sater, Duduca e Dalvan, 14 Bis, Oswaldinho, Diana Pequeno, Raul Seixas, Tetê Spindola, Zé Geraldo, Itamar Assumpção e Banda Isca de Polícia e mais um bocado de Artistas de menor expressão que tocavam à tarde para não deixar cair o clima e manter a agitação constante daquelas 30 mil pessoas juntas pelo mesmo objetivo. Na foto acima, Zé Geraldo iniciava os trabalhos no primeiro dia do festival.


Os shows normalmente eram longos e carregados de muita energia. Depois de um dia de calor intenso, descia um friozinho com vento quando caia a noite e a gente ia da barraca pra frente do palco enrolados no cobertor e o cantil de conhaque cheio pra aguentar a noite inteira de som intenso. Durante a noite, enquanto rolava os shows, baseados dançavam de mão em mão como vagalumes na escuridão. Uns namoravam, outros dormiam, outros transavam, enquanto muitos estavam em transe em meio à fumaça misturada com a neblina.

Testemunhamos shows inesquecíveis neste festival. O Egberto Gismonti levou artistas de circo originais para encenarem enquanto ele tocava o repertório do seu disco da época chamado Circence, um de seus melhores trabalhos. Gilberto Gil, belo show, Alceu Valença, no auge da carreira, entre Coração Bobo e Cinco Sentidos, num longo e energético show. O Raul teve sua melhor performance da carreira. Ele cantou as música inteiras e seu guitarrista Tony Osanah estava sensacional nessa noite. A Bandeirantes registrou esse show. Quem conseguir uma cópia vai comprovar que estou certo. O Raul tava muito a fim nessa noite. O Luiz Gonzaga parecia fora do contexto. Entrou no palco depois do Raul e chegou a ser vaiado por alguns desavisados, mas depois de algumas músicas a coisa mudou e ele teve que esticar sua apresentação para satisfazer a vontade de todos e provocar a rendição dos que vaiaram. E o Hermeto Pascoal tocou de meia noite às seis da manhã sem parar. Precisava mais? Só isso ja valia a pena mas ainda tivemos country de Zé Geraldo e Almir Sater, A Cor do Som e Moraes Moreira, no auge, sertanejo raiz com Duduca e Dalvan e mais uma porrada de coisa boa.



E tinha a vida no período de decanso que ia até mais ou menos até as duas da tarde, que era quando se ia pro banho nu nas represas, pras barracas de alimentação em torno do grande acampamento, pros passeios pelo meio das barracas vizinhas onde, de repente, se encontrava um conhecido ou se fazia uma nova amizade ou então se dormia o tempo todo para encarar a próxima longa noite. Tudo dentro da maior harmonia. Nesses tres dias, presenciei muita gente usando drogas de todo tipo. Havia até barracas de venda espalhadas pela fazenda, vi muitos casais transando durante os shows, sem o menor constrangimento, muitos casais com filhos pequenos, muitos adolescentes acompanhados dos pais unidos pelo gosto musical e pela liberdade. O policiamento no festival, ficou além das cercas e em nenhum momento foi preciso usar da força bruta. Tudo transcorreu na maior paz. Foram tres dias inesquecíveis.
Voltamos para casa alegres e com as baterias totalmente carregadas. Mal sabíamos que aquilo tudo tinha acontecido porque o pai do Leivinha (Antônio Checchin Junior), organizador do festival, tinha permitido e ajudado no evento, na intenção de manter o filho, que na época era um viajante desmiolado e que rodava pelo mundo, por perto de casa. Ele jamais imaginou que a coisa iria tomar tamanhas proporções.


Aproximadamente trinta mil pessoas se juntaram naquele local mágico para escrever o nome desse evento que foi chamado de quermesse, na história da música brasileira.

Nos meus 56 anos de idade, ví muitos shows nacionais e estrangeiros, fiz muitas viagens também, mas guardo esse festival como um dos momentos mais felizes de toda a minha vida. Estive por tres dias num mundo anarquista, sem regras pré estabelecidas, sem preconceitos e sem lições de moral e sem leis ou políticas antiquadas. Cada um sabia o que tinha que ser feito. Cada um sabia do bem e do mal a que se submetia. Cada um respeitou seu semelhante durante todo o tempo e entre mortos e feridos salvaram-se todos.
















O cara que tirou essas fotos e disponibilizou na internet chama-se Vander Verão e agradeço a ele pelas fotos e pela emoção que elas nos faz sentir.




Ainda existe muita história escrita sobre esse  festival pela internet afora e tenho a informação que um cineasta deconhecido está preparando um documentário sobre esse evento com muito material inédito. É bom ficar ligado.






Zé Vicente












LITERATURA
























Fala Vagabundo

Fala vagabundo
Quem foi que te libertou
Do vazio submundo
Do jornal que se queimou
Daquelas nebulosas
Torrentes de águas ardentes
Das pesadas cangas
Nos teus ombros doentes
Dos vermes, das traças
De afiados dentes

Fala vagabundo
Da dor que te cortava
Do vício fecundo
Que teu corpo calejava
Dos antigos imbecis
Da banda dos batutas
Dos sapatos furados
Do amor das prostitutas
Da legião dos farrapos
Na sombra úmida das grutas

Fala vagabundo
Que quer reviver outrora
Coçar marca de fungo
E roncar no romper da aurora
Assoviar com as ventanias
Banhar com as tempestades
Brincar com os pirilampos
Quando cairem as tardes
Brigar com os viralatas
E vomitar lorotas covardes

Fala vagabundo
Daqueles caminhos tortos
Daquele recanto imundo
Onde os planos foram mortos
Contudo não cores
A tua face enrugada
Onde já rolaram prantos
De saudade bem salgada
De palavras que ficaram
Na garganta engasgada

Fala vagabundo
Porque razão sepultaste
em fossos profundos
Os que pra tí foram trastes
Que agora é outras notas
Outros símbolos, outros elos
Que os que foram ja eram
E outros ficaram amarelos
e que no teu pomar de lodo
Hoje reinam cogumelos

Fala vagabundo


Sacha Arcanjo

10 de mar. de 2012

HUMOR







Marcelo
CARICATURAS
Especial MORRISSEY, que se apresenta em São Paulo amanhã, 11/03/12.





por Andrão Carrilho





por Edd






por Ken Coogan




Marcelo
BECO DA HISTÓRIA

IRMA GRESE – A CADELA DE BELSEN







Irma Ida Ilse Grese (07/10/1923 – 13/12/1945) nasceu em Wrechen, Alemanha. Ainda muito jovem, por volta de 15 anos, deixou os estudos para se dedicar à Liga da Juventude Feminina Alemã, seguidora dos ideais de Adolf Hitler, mesmo contrariando o desejo de seu pai. Entre algumas de suas atividades, Irma trabalhou como assistente no sanatório Hohenlychen, da SS. Aos 18 anos foi expulsa de casa pelo pai, após ingressar na facção de ajudantes femininas da SS e se apresentar como voluntária para treinamento no campo de concentração de Ravensbrück. Em 1943, foi transferida para Auschwitz, inicialmente como ajudante, posteriormente sendo promovida a supervisora, quando ficou responsável por cerca de 30.000 prisioneiras judias. Lá tornou-se conhecida como a “bela besta” ou “anjo da morte”, tamanha sua crueldade. Gisella Perl, sobrevivente, declarou: "Ela foi uma das mais belas mulheres que eu já vi. Seu corpo era perfeito em todas as linhas, seu rosto claro e angelical, seus olhos azuis alegres. O mais inocente olhar que se possa imaginar, porém, Irma Grese foi a mulher mais depravada, cruel e pervertida que já encontrei".




Grese durante o julgamento de Belsen



Em janeiro de 1945, retornou brevemente a Ravensbrück, antes de encerrar sua carreira no campo de Bergen-Belsen, como líder de grupo de trabalho. Foi capturada em 17 de abril de 1945, por soldados britânicos. A “cadela de Belsen”, outro de seus apelidos, foi uma das figuras principais do julgamento de Belsen, realizado entre setembro e dezembro de 1945. Sobreviventes dos campos testemunharam contra ela, acusando-a, entre outras coisas, de tortura, assassinato de internos a tiros, açoitamentos até a morte, investida com cães de guarda contra prisioneiros, surras sádicas e abusos sexuais. Idêntico ao ocorrido com Ilse Koch, a “cadela de Buchenwald”, nos aposentos de Irma Grese foram encontrados abajures feitos com pele humana de prisioneiros executados por ela. Após cinquenta e três dias de julgamento, a jovem nazista foi condenada por crimes de guerra e sentenciada à morte por enforcamento. Ela tinha apenas 22 anos de idade. Irma entrou com pedido de clemência, negado pelo governo britânico. Foi enforcada na Alemanha, na cidade de Hameln e se tornou a mulher mais jovem a morrer sob as lei britânica no século XX.



Marcelo

7 de mar. de 2012



FORA DE ORDEM


BUSINESS AS USUAL – MEN AT WORK

























Vou apresentar agora o disco Business As Usual que foi lançado em 1981 pela banda australiana Men At Work. É o tipo de disco que não tem data. Fez sucesso na época em que foi lançado e provoca as mesmas reações quando se ouve suas musicas nos dias de hoje. Isso por causa de sua qualidade indiscutível. O Men At Work é um grupo de trajetória conturbada. Na realidade, apenas seu fundador, o vocalista e guitarrista Colin Hay e Greg Ham, tecladista, saxofonista e flautista permaneceram quase o tempo todo na formação do grupo, que iniciou suas atividades em 1978, mas teve uma interrupção de dez anos a partir de 1986, voltando já sem aquela força e magia do início da carreira. Em sua formação, passaram mais de vinte músicos, se alternando em vários anos e o que ficou marcado em nosso ouvidos foi o vocal inconfundível de Colin Hay e as músicas desse excelente disco, que não pode ser esquecido. De repente, quem ouvir esse pode se interessar pelos outros, que também são bons e também pesquisar mais sobre esse grupo. Por enquanto, fica o link. Baixe, ouça e comente.


Zé Vicente


http://www.filestube.com/dvCxh1ECFcuelqwk0rIjxx/Men-At-Work-Business-As-Usual.html



FORA DE ORDEM

EM TODA PARTE  -  VIOLETA DE OUTONO









Quero, neste post, fazer o resgate de um grupo injustiçado dentro da história do rock brasileiro, O Violeta de Outono. Nem sei se esse disco que indico é o melhor ou pior. Nem interessa. Para ilustres desconhecidos tanto faz. O Violeta foi fundado em 1984 por Fábio Golfetti, guitarra e vocal,  Cláudio Souza, bateria e Ângelo Pastorello, baixo. O grupo saiu de cena algumas vezes, trocou de integrantes outras vezes, o Fábio trabalhou em projetos solo, mas na verdade, os três sempre estiveram juntos e o que produziram foi musica de boa qualidade. A mídia não gostou, mas isso já é outra história. Coloco à disposição aqui no Fora de Ordem o disco Em Toda Parte, lançado em 1989, o segundo da carreira desse grupo. Quem pesquisar pode encontrar outros que considerem até melhor, mas eu não me preocupei com isso pois acho que qualquer um que eu postasse aqui seria um mero desconhecido. O Violeta de Outono não lançou discos em seqüência. Sempre houve um espaço entre um e outro e até me espanta eles terem lançado quase dez discos em sua carreira praticamente independente. Então, ainda está em tempo de se resgatar esse trio de persistentes que nos brindaram com boa musica durante todos esse anos, contrariando a lógica do sucesso fácil e da entrega sumária ao sistema, como temos visto acontecer com a maioria dos grupos que fazem rock em nosso país. Só pelo fato desse pessoal estar nadando contra a corrente de sua fundação até hoje, já merecem todo o nosso respeito. Pegue o link e compartilhe dessa idéia, depois faça um comentário. Acho que até eles se surpreenderiam.

Zé Vicente

http://www.filestube.com/40Lv2BnVqieV3tRSf06fgW/Violeta-de-Outono-Violeta-de-Outono-1987-BRASIL.html





6 de mar. de 2012

MUSAS DO ESQUINA

ALESSANDRA NEGRINI




Alessandra Negrini, atriz. Hoje com 42 anos de idade já está a um bom tempo ilustrando a fantasia dos apreciadores de mulheres interessantes. Sua sensualidade é totalmente natural. Não é uma mulher que se aproveita da maquiagem até porque nem precisa e seu estilo simples de se vestir a torna ainda mais sexy e atraente. É mais uma musa para o nosso blog.











Como ela já participou de diversas novelas, de vários filmes e minisséries, não é necessário ficar fazendo apresentações. Legal é destacar seu olhar penetrante e seu rosto que mistura inocência com desejo, assim como seu sorriso largo e sem pudor.








Dona de um belo corpo, nunca colocou dificuldades para mostrá-lo, tanto através de seus personagens, quando foi necessário nas cenas sensuais, quanto na ocasião de seus ensaios fotográficos para revistas diversas.








É só olhar para as imagens desta linda mulher e saber que não são necessários muitos comentários.














 

ZÉ VICENTE