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17 de ago. de 2015


ÁREA 51

A PEDRA DE ROSWELL

 

 
 

 

Em setembro de 2004, a cerca de 25 quilômetros do local onde supostamente teria acontecido a queda de um OVNI em 1947, nos arredores de Roswell, Novo México, o morador local Robert Ridge encontrou um objeto incomum enquanto caçava cervos em Cedar Hill. Tratava-se de uma pedra com propriedades magnéticas incomuns, com marcas que lembram as fases da Lua. O objeto avermelhado pesa aproximadamente 40 gramas, mede cerca de cinco centímetros e seu magnetismo é capaz de girar o ponteiro de uma bússola há metros de distância. O desenho é feito em alto relevo de uma forma que especialistas afirmam ser extremamente difícil de realizar sem equipamentos apropriados. Outro detalhe incomum é o fato de que a mesma imagem que aparece na pedra já tinha sido vista em uma plantação na Inglaterra, próxima à também mística Stonehenge, Reino Unido, só que em 1996. Estudos feitos no artefato são inconclusivos.

 

 
A mesma imagem pode ser vista na Pedra de Roswell e no agroglifo encontrado próximo à Stonehenge
 

 


Marcelo

30 de jun. de 2015



ÁREA 51

LUZES E PIRÂMIDE EM CERES

 

 
Ilustração da sonda Dawn

 

Em 2007 a agência espacial norte-americana lançou a sonda Dawn para o espaço com o objetivo de examinar dois planetas anões: Vesta e Ceres, situados no cinturão de asteroides localizados entre Marte e Júpiter. Entretanto, Ceres é o que mais tem se destacado. Em fevereiro deste ano, alguns pontos brancos brilhantes foram identificados e há poucos dias foi fotografada uma elevação em forma de pirâmide na superfície do planeta.
 
 
Vesta e Ceres

Pontos brilhantes em Ceres

Outro ângulo dos pontos brilhantes localizados em Ceres

 
 
Os pontos brilhantes foram registrados a uma distância de mais de 4 mil quilômetros e foram comparados, em tamanho, à cidade de Las Vegas vista do espaço. Segundo a NASA, tais pontos podem ser uma grande concentração de gelo ou sal. Quanto à estrutura, esta não sofreu nenhum tipo de especulação por parta da agência espacial, sendo comentada simplesmente como “uma montanha com declives acentuados que se ergue em uma área suave da superfície do planeta anão”. Se construções alienígenas ou não, não há como saber, mas tais acontecimentos certamente intrigaram comunidades ufológicas mundo afora.
 
 
A "pirâmide" fotografada do espaço
 
 
Marcelo

18 de mar. de 2015


ÁREA 51

A QUEDA NO TEXAS: FATO OU FARSA?



Ilustração


 

O RELATO DO ACONTECIDO:
 
O incidente ocorrido na pequena cidade de Aurora, no Texas, é um dos mais antigos registrados pela ufologia.  Tudo teria acontecido a partir do ano de 1895, quando moradores da região começaram a relatar visões de estranhos objetos voadores com velocidades e movimentos surpreendentes (anos antes da contestada invenção do avião por Santos Dumont), até que em 17 de abril de 1897, por volta das seis horas da manhã (horário de Dallas), um dos objetos sofreu uma queda após colidir com um moinho na fazendo do juiz local J. S. Proctor, resultando na morte de seu piloto, identificado após como um ‘ser de outro mundo’. A história foi documentada e publicada dois dias depois no jornal “Dallas Morning News”. O corpo e parte dos destroços teriam sido enterrados no cemitério local, em uma vala comum. O restante da nave, jogado em um poço próximo ao moinho.  

 

Matéria original veiculada em 1897




TEORIA DA FRAUDE MUNICIPAL:
 
Anos depois, segundo pesquisas realizadas pela ex-prefeita Barbara Brammer, tudo não teria passado de uma fraude criada pelo próprio juiz para salvar a pequena cidade, que na época contava com pouco mais de três mil habitantes e acabara de atravessar serias crises, como a perda da lavoura de algodão assolada por uma praga, um incêndio de grandes proporções e uma epidemia de febre maculosa (vinda do carrapato), o que poderia a transformar numa ‘cidade fantasma’, algo muito comum nos Estados Unidos do século XIX. Segundo as pesquisas, a história criada pelo magistrado tinha a intenção de trazer a ferrovia à cidadela, proporcionando-a, assim, um futuro mais promissor.

 

 
Placa na entrada do cemitério de Aurora, que faz referência ao acontecido

 

AS CONCLUSÕES:

A matéria jornalística foi única e não rendeu nenhuma investigação em continuidade, algo incomum para um evento de, digamos, tamanha relevância. Em 1979, uma testemunha afirmou para a revista Times que na propriedade do juiz nunca existiu um moinho, o que foi refutado por ufólogos que afirmaram existir uma teoria da conspiração para banalizar o caso. Um fato curioso somou-se ao mistério na década de 40. A propriedade do juiz Proctor foi comprada por Brawley Oates, que teria limpado o poço onde supostamente estariam os restos da nave, utilizando-o como reservatório de água potável. Anos depois seus familiares teriam adquirido artrite grave e câncer, resultado de contaminação pela água. Em 1957, Oates secou o poço, aterrou-o e construiu sobre ele uma garagem.



Pedra que marca o suposto local da cova onde foi enterrado o alienígena - Cemitério de Aurora

 

Marcelo

12 de nov. de 2014


IMAGENS EM DESTAQUE

AGÊNCIA ESPACIAL COMEMORA POUSO EM COMETA

 

 
Ilustração

 

Depois de uma década no espaço e de percorrer mais de 6 bilhões de quilômetros, a sonda Rosetta liberou o módulo robótico Philae, que pousou hoje (12) no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. As imagens abaixo mostram momentos dessa realização histórica que visa estudar a evolução do Sistema Solar.
 

 
Imagem feita pela sonda Rosetta mostra o módulo Philae em direção ao cometa

O módulo enviou imagens logo após se desprender da sonda, que pode ser vista acima de um clarão

O cometa 67P fotografado pela sonda Rosetta

Momento da aproximação do módulo Philae ao cometa 67P, fotografado por ele antes de seu pouso


 

Marcelo

29 de out. de 2014

ÁREA 51
O INCIDENTE NA ILHA DE TRINDADE
 
 
O navio-escola Almirante Saldanha
 
O Caso da Ilha de Trindade trata da suposta aparição de um objeto voador não identificado sobre o litoral do estado do Espirito Santo. Em 16 de janeiro de 1958, o navio-escola Almirante Saldanha realizava pesquisas oceanográficas próximas à Ilha de Trindade. A bordo estava o fotógrafo Almiro Baraúna, baiano radicado no Rio de Janeiro. Segundo Baraúna, por volta das 11 horas, sob céu claro, a tripulação se preparava para retornar ao Rio de Janeiro quando tripulantes presentes na popa do navio alertaram aos demais sobre a presença de um estranho objeto prateado em forma de disco que se moveu do mar em direção à ilha. O objeto não apresentava nenhum ruído, era luminoso e se movia de forma irregular, alternando sua velocidade e direção até desaparecer por trás da montanha conhecida como Pico Desejado.
 


Uma das fotos com o objeto em destaque

Jornal da época que trazia o depoimento de um dos envolvidos


 
Durante os momentos em que permaneceu visível, o objeto teria sido fotografado quatro vezes por Baraúna. As fotografias foram reveladas de forma improvisada ainda no navio a pedido do comandante Amilar Vieira Filho, que juntamente com o capitão-aviador da FAB José Viegas alegou também avistar o objeto voador. Os três principais envolvidos, Baraúna Vieira Filho e Viegas prestaram diversas declarações e concederam entrevistas, contudo, por diversas vezes caíram em contradições, como por exemplo em relação à quantidade de marinheiros e oficiais que testemunharam o incidente, a forma de revelação do filme a bordo da embarcação ou pelas condições do tempo e do mar, o que leva especialistas a acreditarem que tudo não passou de uma fraude planejada pelo trio.
 
 
Montagem que demonstra a trajetória do objeto

Representação gráfica do incidente

 
Baraúna tentou dar maior credibilidade às suas fotos e afirmou que elas haviam sido autenticadas em duas análises, uma pelo Instituto Aerofotogramétrico Cruzeiro do Sul e outra pela Marinha, o que não foi confirmado. Posteriormente, as imagens foram examinadas pela Força Aérea dos Estados Unidos e consideradas fraudulentas. Em agosto de 2010, Emilia Bittencourt, publicitária amiga de Baraúna, relatou que ouviu o próprio afirmar que montou as fotografias utilizando duas colheres e truques de iluminação. Almiro Baraúna faleceu em 2000 e nunca desmentiu que naquele distante 1958 foi testemunha de uma visita extraterreste ao nosso planeta.
 
Documentos até então confidenciais relativos ao caso

Destaque do suposto óvni
 
 
Marcelo

26 de mai. de 2014


ÁREA 51

O CASO VILLAS BOAS
 

 
 
 
 

Antônio Villas Boas morreu em 1991, aos 56 anos vítima de um aneurisma. Formou-se advogado, mas como filho de fazendeiros, quando jovem foi lavrador no interior de Minas Gerias e foi nessa fase da vida que protagonizou um dos casos mais famosos da literatura ufológica no Brasil e amplamente difundida entre os ufólogos – a primeira alegação de abdução da história e também o primeiro relato de um contato imediato de quinto grau. Tudo teria acontecido no ano de 1957. Nos dias 5 e 14 de outubro, Antônio teria avistado juntamente com seu irmão a presença de uma estranha luz no céu. Na madrugada do dia 16, enquanto arava a terra sozinho, o agricultor foi testemunha do pouso de um objeto voador não identificado, para onde seres com vestes estranhas o levaram. Dentro da ‘nave’, Antônio teria sido despido, besuntado com uma espécie de creme, fornecido uma quantidade pequena de sangue e deixado sozinho dentro de uma sala, onde foi obrigado a aspirar um tipo de gás.
  
 
 
  
Depois de um tempo, para seu espanto, surgiu uma figura feminina completamente nua, que se aproximou de Antônio e iniciou com ele uma relação sexual, que se repetiu por mais de uma vez. Segundo o próprio Antônio, seu desejo sexual não cessava, talvez impulsionado pelo creme ou pelo gás a que fora submetido. Por fim, demonstrando cansaço, a alienígena passou a recusar o agricultor e antes de siar da sala, sorrindo para ele, ela apontou para sua barriga e depois para o céu, como se quisesse dizer que ele seria pai de um ser que nasceria entre as estrelas. Suas vestes foram devolvidas e ele encaminhado para a saída da nave. Antônio tentou subtrair um objeto como prova do que vivera, mas tal objeto fora tomado pelos alienígenas. Já fora da nave e após a partida dela, Villas Boas percebeu que permaneceu no interior do disco entre 1h15min e 5h30mim, ou seja, por mais de quatro horas. Não existem provas do alegado, não foi feito nenhum registro do pouso da nave, somente a história contada por Vilas-Boas, que na sua íntegra traz uma enorme riqueza de detalhes, publicada por João Martins, um jornalista sem muito crédito da revista O Cruzeiro e um exame médico realizado pouco tempo depois que diagnosticou traços radioativos em seu corpo.
  
 
Dr. Antônio Villas Boas
 
 

Marcelo

9 de abr. de 2014


ÁREA 51

A BATALHA DE LOS ANGELES

 

 


 
Na ufologia, o incidente ocorrido na madrugada de 25 de fevereiro de 1942 ficou conhecido como a Batalha de Los Angeles. Uma semana após o ataque ocorrido em Pearl Harbor, um objeto voador não identificado de grandes proporções apareceu sobre a cidade de Los Angeles deixando a região em alerta máximo. Por volta das 3h15 da manhã, o comando militar instalado em Long Beach temendo um novo ataque japonês, focou os canhões de luz da cidade para o céu na esperança de identificar o objeto e acionou as baterias antiaéreas, despejando mais de dois mil projéteis de 5 Kg de grande efeito explosivo. As sirenes de ataque aéreo soaram até as 4h20 da manhã, deixando os moradores em pânico. Os acontecimentos cessaram por volta das 7h30.
 
 
A imprensa deu ampla cobertura ao caso
 
Pelo menos seis pessoas morreram em consequência dos fatos e, segundo relatos, o objeto moveu-se em direção ao mar sem apresentar nenhum sinal de hostilidade até desaparecer completamente. Ainda segundo testemunhas, nenhum dos projéteis disparados chegou a atingir o objeto, explodindo ao seu redor sem danificá-lo. Nas horas seguintes, o exército norte-americano se pronunciou dizendo que se tratava de uma aeronave não identificada, sem maiores explicações. Surgiram diversas especulações, entre elas, a de uma possível visita extraterreste. A Batalha de Los Angeles figura entre os casos clássicos do tema.

 

Marcelo

27 de jan. de 2014

ÁREA 51
A ESTRANHA PEDRA EM MARTE
 
 

 
 
No último dia 8 de janeiro, o robô explorador Opportunity, que aterrissou em Marte há quase uma década, responsável por pesquisas que buscam sinais de existência de água na região chamada “Meridiani Planum” enviou mais uma fotografia dos seus trabalhos. O curioso ficou por conta do contido na foto: ela mostrou uma pedra brilhante branca, do tamanho de um pãozinho, no mesmo local onde duas semanas atrás só havia solo rochoso. Os cientistas não têm condições de afirmar o que realmente aconteceu, apenas suspeitam que a pedra teria sido virada por uma das rodas do robô ou ter parado ali após uma queda de meteoritos. A Nasa, agência espacial americana, declarou que a pedra tem em sua maior parte um tom brilhante, quase branco, e que a outra porção é vermelha. Informou ainda que foi batizada “Ilha Pináculo”.
 
 
Marcelo

17 de jul. de 2013


ÁREA 51
O CASO JOSÉ HIGGENS

 




 
Em 1947 teria ocorrido um dos primeiros casos de contato com extraterrestres em terras brasileiras. Naquele ano, no dia 23 de julho, o agrônomo José Higgens e mais alguns ajudantes trabalhavam em um campo localizado no município de Pitanga, Paraná, quando presenciaram o pouso de um objeto metálico circular com aproximadamente 30 metro de diâmetro. Segundo relatos, Higgens, após o susto coletivo, foi o único a permanecer no local e testemunhou a presença de três seres no referido objeto. De acordo com o depoimento do agrônomo, os seres eram muito altos, com cerca de 2,10 metros, calvos, muito parecidos, vestiam uma espécie de macacão transparente e se comunicavam através de sons incompreensíveis. Por meio de gestos e desenhos mostraram que pretendiam levar Higgens para o sétimo círculo depois do Sol (Urano). Ainda segundo Higgens, ele teria feito os seres entenderem que gostaria de buscar sua esposa para participar da tal viagem e teria aproveitado a concordância dos extraterrestres para fugir do local. Verdade ou não, o caso Higgens foi registrado pela imprensa, teve grande repercussão e está entre os casos clássicos da ufologia brasileira.

 

Marcelo

5 de mai. de 2013


ÁREA 51
O INCIDENTE DE CÓRDOBA












03.06.1960, Yacanto, Córdoba, Argentina. Fotografia tirada por Hugo F. Niotti, capitão da Força Aérea Argentina. Segundo declaração, aproximadamente às 14H30, o oficial viajava na área de Villa General Belgrano, cerca de 70 Km de Córdoba, quando notou um objeto inusitado pairando próximo do solo, à direita da estrada. Rapidamente, pegou sua câmera e tirou a foto acima, que foi considerada autêntica pelo Serviço de Informações da Aeronáutica. Faz parte do acervo dos registros mais notáveis da ufologia.



Marcelo

8 de ago. de 2012


ÁREA 51
O ROSTO EM MARTE








Enquanto fotografava possíveis lugares para aterrissagem de futuras missões em Marte, a sonda Viking 1, da NASA, capturou em 1º de julho de 1976 uma estrutura com mais ou menos 1,9 Km x 2,6 Km e aparência de uma face humanóide. Rapidamente, jornais do mundo todo noticiavam o rosto em Marte. Na mesma região do planeta vermelho, denominada Cydonia, outras estruturas semelhantes a pirâmides foram vistas, fazendo explodir especulações sobre a existência passada de vida inteligente naquele planeta. Somente em 1998, a sonda Mars Global Surveyor confirmou a suspeita dos cientistas, de que se tratava de efeitos caudados por sombras em uma região montanhosa. A NASA insistiu e fez novas imagens em 2001, chegando mais uma vez à mesma conclusão, também aceita pela grande maioria dos ufólogos.
  


Marcelo

8 de jul. de 2012


ÁREA 51
A ORIGEM DO TERMO DISCO VOADOR



Kenneth Arnold e uma representação do que teria avistado em 1947

  

Os objetos voadores não identificados passaram a ser conhecidos como discos voadores a partir do incidente ocorrido com o aviador civil americano Kenneth Arnold. No dia 24 de junho de 1947, Arnold auxiliava nas buscas a um avião de transporte da marinha C-46 desaparecido. Quando sobrevoava as montanhas Cascade, no estado de Washington EUA, o piloto avistou nove objetos brilhantes e irreconhecíveis ao norte do monte Rainier, há aproximadamente 30 km de sua localização. Ele avaliou a envergadura de tais objetos entre 13 e 15 metros. Arnold relatou o acontecido a alguns funcionários do aeroporto de Yakima e não demorou muito para que sua história se espalhasse. Ao descrever o que viu para um jornalista, explicou que os objetos voavam em formação e a uma velocidade estimada em 1.900 km por hora, com um movimento semelhante ao de um “prato deslizando sobre a água”. Muito embora os objetos não tenham sido descritos como circulares, os jornais passaram a chamá-los de “pratos voadores” ou “discos voadores”, surgindo, então, o termo disco voador, ainda que os estudiosos da ufologia prefiram a expressão OVNI ou UFO.


Marcelo

21 de nov. de 2011

ÁREA 51
A NOITE OFICIAL DOS ÓVNIS NO BRASIL



Ilustração


19 de maio de 1986, a “Noite Oficial dos Óvnis” no Brasil. Assim ficou conhecido o fato ocorrido naquele ano, quando cerca de 21 objetos voadores não identificados invadiram o espaço aéreo nacional, sendo detectados pelos radares que controlavam os céus brasileiros sobre São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás, incluindo o CINDACTA 1 - Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, em Brasília. Os avistamentos tiveram início por volta das 19h30m, na cidade de São José dos Campos – SP e se estenderam por mais de três horas. Com a continuidade dos registros nos radares, o Centro de Defesa Aérea iniciou duas operações de perseguição e interceptação dos objetos, utilizando dois caças F-5E e três Mirage, acionados das bases de Santa Cruz, no Rio de Janeiro e de Anápolis, em Goiás. Os objetos causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas e foram testemunhados por militares e também por tripulantes e passageiros de aeronaves comerciais.



Mapa da região onde se deu o incidente


Segundo essas testemunhas, as “luzes” se movimentavam em altas velocidades, passando dos 1.500 km/h em fração de segundo, mudavam de cor e de trajetória, realizando curvas em ângulos de 90º, subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro ponto, além de terem acompanhado um dos caças numa espécie de formação, desaparecendo, posteriormente, em direção ao mar. Devido à relevância da situação, o então Ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima se pronunciou à imprensa, numa coletiva onde os pilotos que participaram das ações também foram questionados. Para a ufologia, trata-se de um episodio de grande importância, quando, pela primeira vez, autoridades admitiram publicamente a invasão de nosso espaço aéreo por objetos que não puderam ser identificados. Na internet há um vasto material sobre o ocorrido, incluindo cópias dos documentos oficiais relativos às comunicações entre as autoridades. O vídeo abaixo mostra a matéria veiculada pela Rede Globo, com partes das entrevistas concedidas e uma reconstituição bastante interessante do ocorrido. O relatório oficial nunca foi divulgado.








Marcelo