13 de jul. de 2014


IMAGENS EM DESTAQUE
 


 
06/07/14 - Um trem da BNSF Railway que transportava componentes para a Boing, descarrilou em Montana, EUA, derrubando três fuselagens nas margens do rio Clark Fork. Não houve feridos
 
10/07/14 - Gotas d'água refletem imagens de girassóis às margens do rio Boyang, na província de Jiangxi, na China
 
10/07/14 - O toureiro espanhol Iván Fandiño leva uma chifrada durante uma apresentação na arena de Pamplona, na Espanha

 
 

Marcelo  

COPA 2014

O TROFÉU FICA NA EUROPA

  

 


Venceu o futebol objetivo! Alemanha conquista quarto título mundial após 24 anos e mantém a hegemonia do futebol europeu.

 

Marcelo  

11 de jul. de 2014


CARTUNS, CHARGES & AFINS

O legado da Copa
 

 



 

Marcelo

10 de jul. de 2014


UM POUCO MAIS DE MÚSICA

OS 35 ANOS DO WALKMAN

 

 
À esquerda, o TPS-L2, primeiro modelo do Walkman. Ao lado, algumas outras versões



 
No início do mês, o Walkman completou 35 anos. As gerações mais novas certamente não têm noção da importância desse toca-fitas portátil lançado pela Sony em 1979, uma verdadeira revolução que tornou-se febre nos anos 80 e 90. Item de desejo ou companheiro fiel, antes dele só se ouvia fita K-7 (a mídia mais popular da época) em casa ou no carro. Com seu advento tornou-se possível caminhar mundo afora ouvindo sua própria seleção musical, algo tão comum hoje em dia mas uma novidade sem precedentes até então. A ideia original partiu de um desejo pessoal de um dos donos da Sony, Masaru Ibuka, que solicitou o desenvolvimento de um aparelho onde ele pudesse ouvir suas óperas e músicas clássicas durante suas constantes viagens de avião. O resultado agradou tanto que Ibuka sugeriu seu lançamento comercial. O primeiro modelo foi o TPS-L2, que chegou às lojas japonesas em 1º de julho de 1979 e que custava em média uns mil reais em valores atuais. Funcionavam com duas pilhas tipo AA e possuíam autonomia de 2h e 30 min em média. O tempo passou, novas mídias e novos aparelhos surgiram, mas não há dúvida - aquele que conheceu o Walkman jamais o esquecerá.

  

Marcelo

9 de jul. de 2014


BECO DA HISTÓRIA

CENTENÁRIO DA PRIMEIRA GRANDE GUERRA
 
 
 
Balkan Troubles - Leonard Raven-Hill - Domínio público
 
 
No dia 28 de junho pp., completaram-se 100 anos que um militante nacionalista da Sérvia apoiado pelo grupo extremista ‘Mão Negra’ assassinou Franz Ferdinand, herdeiro do trono do império da Áustria-Hungria em represália à ocupação de territórios disputados por ambos os Estados. Este foi o estopim que deflagrou a Primeira Guerra Mundial. De agosto de 1914 até novembro de 1918, mais de quinze milhões de pessoas morreram no conflito, monarquias europeias, entre elas a da Alemanha, foram derrubadas, o mapa da Europa e do Oriente Médio foram redesenhados com o surgimento de novas nações, houve um acentuado aumento do desemprego no continente europeu e os Estados Unidos se tornou a nação mais rica do planeta, entre outras consequências. A série de fotografias abaixo retrata momentos desse capítulo negro da história.
 
 
Gavrilo Princip e sua vítima, o arquiduque Franz Ferdinand

Soldados belgas com suas bicicletas, Boulogne, França, 1914

Um padre abençoa um avião (recém inventado) na Frente Ocidental, 1915

Soldados alemães celebram o Natal - 1914

Frota japonesa na costa da China, em 1914. O Japão apoiou o Reino Unido

A Frente Salonica, tropas indianas com máscaras de gás

Navio de guerra  francês Bouvet, no Mar Mediterrâneo, em 1915

Soldados britânicos em suas motocicletas - Império Otomano - 1915

As bombas 'Pill box demolishers' sendo descarregadas na Frente Ocidental. Pesavam 635,03 Kg e abriam uma cratera com 13,72 m de diâmetro

Highlanders, soldados do Reino Unido, carregam sacos de areia até o front em 1916

Artilharia britânica bombardeia posições alemãs na Frente Ocidental

Soldados americanos, membros da 117ª  bateria de morteiros de trincheiras

Soldados franceses, alguns feridos, na tomada de Courcelles, França, junho de 1918

Soldados alemães praticam com um lança-chamas, abril de 1917

A coluna de munição alemã, homens e cavalos equipados com máscaras de gás, atravessam campo contaminado, em junho de 1918

Membros da Cruz Vermelha alemã

O USS Nebraska, navio de guerra da marinha americana e sua camuflagem ‘Dazzle’, que foi amplamente utilizada sendo projetada para dificultar que o inimigo estimasse o alcance, título ou velocidade de um navio

Vista de aviões biplanos voando em formação, entre 1914 e 1918
 
 
 
Marcelo

8 de jul. de 2014


FOTOS & FATOS

NA ALEMANHA NAZISTA, CRIANÇA JUDIA GANHAVA CONCURSO

 

 
Reprodução da revista Sonne ins Haus

 

Em 1935, a revista alemã Sonne ins Haus publicou a foto ganhadora de um concurso que escolheu o “bebê ariano ideal”, promovido pelo partido nazista, que virou símbolo do orgulho nacionalista da época. Na verdade, trata-se de uma criança judia. A protagonista da foto é Hessy Taft, hoje com 80 anos, que em entrevista à revista alemã Bild contou a história: segundo ela, antes do início da 2ª Guerra Mundial, sua mãe a levou para ser fotografada em Berlim. Algum tempo depois, teria ficado surpresa ao ver a foto de sua filha na capa da revista nazista. Ao indagar o fotógrafo Hans Ballin, teria ouvido que ele enviou a foto para o concurso com a intenção era de ridicularizar os nazistas. Os pais mantiveram a menina escondida depois do incidente, temerosos de que sua identidade judia fosse descoberta. Hoje, Taft diz ter alguma satisfação na ‘pequena vingança’ da qual fez parte involuntariamente e doou um exemplar do periódico ao Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Israel.
 
 
 
 
A professora Hessy Taft, 80, segura o exemplar da revista nazista 'Sonne ins Haus', com sua foto na capa

 

Marcelo

2 de jul. de 2014


CINEMA & VIDEO

SOB A PELE (2014)
 

 


 
 
Scarlett Johansson realmente faz parte do panteão de estrelas notáveis do cinema. Isso fica comprovado em ‘Sob a Pele’, seu mais novo trabalho dirigido pelo ainda iniciante Jonathan Glazer. O filme conta a história de uma predadora extraterrestre que viaja numa van por locais remotos da Escócia seduzindo homens andarilhos e solitários que serão aprisionados numa espécie de dimensão paralela e servirão como alimento. Basicamente este é o enredo do filme, que não se preocupa em dar maiores explicações sobre a origem da alienígena e o porquê de sua missão. Quase não há diálogos na película, que ocorrem somente quando a protagonista seduz as prováveis vítimas que encontra. Quase não há ação, já que as cenas praticamente seguem um tempo real e em grande parte desse tempo, a ‘alien’, de forma quase letárgica, somente observa os seres humanos.  Nos momentos finais, ela acaba desenvolvendo uma certa humanidade ao libertar uma de suas vítimas, ao tentar provar comida humana, ao iniciar uma relação sexual com um dos seus escolhidos, que interrompe ao se assustar com a tentativa de penetração e ao sentir medo da violência de um suposto estuprador. E assim se passam os mais de 100 minutos do filme. Diversos críticos o elegeram como um filme para poucos, como uma experiência sensorial, abstrata, existencialista, uma forma inovadora de se fazer cinema, uma viajem hipnotizante que requer muito mais do espectador do que ele imagina, uma obra-prima incompreendida. Para mim, e para a plateia do Festival de Veneza que lhe rendeu uma sonora vaia, fica claro que o chamamento principal ficou por conta da presença de Scarlett (e de sua nudez total até então inédita nas telonas), daí considerá-la notável, como dito no início do texto, já que sua participação tornou viável tão inexplicável projeto. Ponto positivo somente para a angustiante trilha sonora instrumental, que faz jus ao seu propósito.


 


Marcelo
HUMOR








Marcelo

1 de jul. de 2014